sexta-feira, 21 de maio de 2010

TransformAção - REDE PLURAL DE DANÇA encerra programação vitoriosa

No dia 28 de maio, próxima sexta-feira, acontecerá em Belo Horizonte o encerramento das atividades do projeto “Transformação – Rede Plural de Dança”. Às 16h30 acontece apresentação do projeto Horizonte Urbanos com o espetáculo “Sinal de Vento”, na Praça Afonso Arinos – Centro. Às 19 horas, o professor do curso de Artes Cênicas da UFMG Arnaldo Alvarenga ministra uma interessante palestra com o tema “Histórias e Registros da Dança em Minas Gerais”, no Centro de Cultura Belo Horizonte (Rua Bahia, 1149 – Centro). O evento é gratuito e sujeito à lotação do auditório. Serão distribuídas 50 senhas até 15 minutos antes da palestra.

TRANSFORMAÇÃO - REDE PLURAL DE DANÇA
Durante os meses de abril e maio um grupo de artistas, dançarinos, coreógrafos, produtores culturais e diretores seu uniram e realizaram em Belo Horizonte, Contagem e Juiz de Fora uma série de atividades culturais, onde a dança contemporânea era o assunto central. Trata-se da TRANSFORMAÇÃO - Rede Plural de Dança, formada por seis conhecidos e respeitados grupos de dança da capital mineira: Camaleão Grupo de Dança, Horizontes Urbanos – Mostra Internacional de Dança para Espaços Urbanos, Meia Ponta Cia. de Dança, Mímulus Cia. de Dança, Movasse – Coletivo de Criação, Thembi Rosa e Margô Assis.

O objetivo principal desta rede é criar um espaço de desenvolvimento, difusão e fomento para a dança contemporânea mineira e sua cadeia produtiva, tornando a dança uma referência na formação e aproximação com o público, acessível à estudantes, bailarinos profissionais, educadores, crianças e o público em geral. E, tem como proposta atuar em outras cidades, além de BH, com palestras, oficinas, intervenções urbanas, dança de salão e atividades para crianças e educadores. Além desta parte didática, o público também conferiu apresentações artísticas em teatros, espaços alternativos, ruas e praças.

A coordenação de produção é de Jacqueline de Castro e o patrocínio da Arcelor Mittal, apoio Diversão e Arte Espaço Cultural, CEM de Juiz de Fora, Prefeituras de Contagem e Belo Horizonte e o Centro de Cultura de Belo Horizonte.

Dia 28 de maio – 16h30 – Praça Afonso Arinos
Intervenção Urbana – Sinal de Vento com o grupo “Dança Jovem” – Dialoga com a organização e desorganização, a concentração e a dispersão, o todo e a parte, o indivíduo e o coletivo no contexto da cidade. É um acontecimento na rua, para a rua de de rua, um pouco de tudo, mas com quase nada. Efêmero como quase tudo que um dia acontece e depois passa. Direção de Fábio Dornas e Ester França.

Dia 28 maio – 19 horas – Centro de Cultura de BH
Palestra “História e Registros da Dança com o Professor Arnaldo Alvarenga (Artes Cênicas - UFMG) – Tem como objetivo expor e debater de maneira específica, dados e informações sobre a dança no Brasil, através de uma exposição real do que acontece e como nas diversas regiões. Vai mostrar um painel geral de como está a dança contemporânea em Minas Gerais.

Outras informações: (31) 3222 1438

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sempre no Picadeiro

Beatriz Rodarte apresenta o show “Circo de Ilusões” nos dias 20 e 25 de maio


A cantora, compositora e instrumentista Beatriz Rodarte faz dois shows para mostrar seu primeiro disco solo “Circo de Ilusões”, dia 20 de maio, quinta-feira, no Teatro José Aparecido de Oliveira - Teatro da Biblioteca Pública (Praça da Liberdade, 21 - térreo - Funcionários); e no dia 25, terça-feira, no Conservatório de Música da UFMG (Av. Afonso Pena, 1534 – Centro).

Esta apresentação conta com as participações especiais de Danuza Menezes, com o grupo Pandeiro Mineiro; do cantor e compositor Marcus Vinicius e do também cantor e compositor carioca Márcio Bragança.

Márcio Bragança – cantor e compositor carioca, dono de uma bela voz, participa do CD “Circo de Ilusões” na faixa “Menino meu mal”.

Marcus Vinicius – cantor e compositor mineiro, revelado pela Rede Globo, através do programa FAMA 2002. Gravou a trilha de abertura da novela do horário das 18 horas, “Sabor da Paixão” e seu primeiro disco, “O verbo”, saiu pela Som Livre.

Pandeiro Mineiro – grupo de pandeiristas, fundado e liderado pela percussionista Danuza Menezes com o objetivo de pesquisar e divulgar a música popular brasileira.

O show no Teatro da Biblioteca Pública lança o ainda inédito “Circo de Ilusões” primeiro clipe da carreira da cantora, gravado em 2009, com roteiro coletivo e direção de Marinho Antunes e Marcelo Santos. Além da câmera e direção de fotografia de Luis Miguel, edição de Marcelo Santos e Messaiahs, produção de Henrique Cunha e co-produção de Beatriz Rodarte, Leandro “Azeitona” Calazans, Thalita Matta Machado e Messaiahs.

Seguindo a turnê, Beatriz Rodarte faz show no Conservatório de Música da UFMG, dia 25 de maio. Acompanham a artista os músicos Cláudio Pereira (guitarra), Cristian Tunes (baixo), Guto Padovani (bateria), Daniel Guedes (percussão), e Richard Neves (teclado).




A direção artística das apresentações é da própria Beatriz, a direção musical é de Alexandre Mourão e a direção cênica é de Babaya. Os figurinos são do paulista Alexandre Prevelatto e da marca Lucy in the Sky, e o cenário de Júlia Braga e Glauber Apisela. Kiko Klaus é o técnico de som e a produção executiva é de Leandro Calazans.

Beatriz Rodarte em “Circo de Ilusões”

  • Dia 20 de maio - quinta-feira – 21 horas - Teatro da Biblioteca Pública – (Praça da Liberdade) - Os ingressos custam R$15,00
  • Dia 25 de maio - terça-feira - 21 horas - Conservatório de Música da UFMG – (Av. Afonso Pena) - Os ingressos custam R$10,00 (inteira) /R$5,00 (meia)

Outras informações com Leandro Calazans: (031) 8606 1718 begin_of_the_skype_highlighting              (031) 8606 1718      end_of_the_skype_highlighting.

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Araujo Cine Show na Praça da Liberdade

Um agradável fim de tarde de sábado, é o que propõe este simpático projeto “Araujo Cine Show” que vai acontecer gratuitamente no dia 15 de maio na Praça da Liberdade a partir das 19 horas. Promovido pela Drogaria Araujo o projeto irá apresentar: o filme “Pequenas Histórias” de Helvécio Ratton com Marieta Severo e logo a seguir show com o multiinstrumentista Maurício Tizumba.

PEQUENAS HISTÓRIAS

“Pequenas Histórias” (2007) é o mais recente filme do premiado cineasta mineiro, Helvécio Ratton, que já lançou “Menino Maluquinho” (1994), “Uma Onda no Ar” (2002) e “Batismo de Sangue” (2006). No elenco estão Gero Camilo, Paulo José, Maurício Tizumba, Patrícia Pillar e Marieta Severo. A história conta: na varanda de uma fazenda, uma senhora conta histórias ao mesmo tempo em que corta e costura retalhos de pano, criando imagens que formam uma toalha. São quatro histórias de humor e magia. O casamento do pescador com Iara, a sereia dos rios. O coroinha de uma igreja que vê a procissão das almas. O encontro entre um Papai Noel de loja e um menino de rua e as aventuras de Zé Burraldo, sujeito ingênuo que sempre se deixa levar pelos outros.

MAURÍCIO TIZUMBA

Mauricio Tizumba em seus trinta e cinco anos carreira fez um percurso de grande relevância para arte afro-brasileira, uma vez que, em toda sua história musical, Tizumba traz consigo o congado mineiro (manifestação religiosa com mais 03 séculos de existência), mostrando sua importância e presença na identidade do nosso povo.

Sua trajetória marca também a luta e a conquista de ampliar o acesso à cultura em Minas Gerais, democratizando a arte a todas as classes e grupos sociais. Seus trabalhos sempre buscaram as ruas, praças e povo, com o objetivo claro de sensibilização para a arte, para a cultura negra, e cultura em geral. Cantando em todas as cores, tamanhos e regiões. Neste show Tizumba apresentará o repertório de sua turnê “Maurício Tizumba Pelo Brasil”, em que passeia pelos seus 35 anos de carreira. São canções que remetem ao primeiro LP “Caras e Caretas” (1991), como “Camelô de Farol”, e incluem grandes sucessos como “Sá Rainha” e “Maurice a Paris”, além de canções inéditas e composições de Sérgio Pererê e Vander Lee.

DROGARIA ARAUJO

Com mais de 104 anos de história, e com quase uma centena de lojas espalhadas por todas as regiões de BH (além de Betim, Contagem, Lagoa Santa, Nova Lima, Santa Luzia, Sabará, Vespasiano e Neves) e cerca de 20.00 itens comercializados, a Araujo é hoje sinônimo de confiança e conveniência na vida dos mineiros.

Essa história de sucesso é também uma história de pioneirismo e compromisso com o cliente: o primeiro plantão 24 horas da cidade, o primeiro telemarketing, a primeira drugstore e a primeira drogaria do país com serviço Drive Thru.

Na área de medicamentos, também não é de hoje que a Araujo se destaca. O “Padrão Araujo de Medicamentos” dá nome novo para uma confiança antiga: de que na Araujo você sempre encontra medicamentos com garantia de procedência, garantia de preço baixo, garantia de variedade e estoque.

Não é à toa que a empresa é líder absoluta na mente e no coração dos mineiros, tendo ganhado todos os nove prêmios “Top of Mind” realizados no seu segmento, além de estar entre as três principais marcas de Minas Gerais, segundo pesquisa da Revista Mercado Comum.

Araujo Cine Show

Dia 15 de maio – a partir das 19 horas

Entrada Gratuita

Outras informações: www.artbhz.com.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA: 3274 8907


segunda-feira, 10 de maio de 2010

“Aqui Jazz”

Leva boa música para Contagem

No próximo dia 16 de maio, domingo, a partir das 11 horas, a Praça Iria Diniz (Avenida João César de Oliveira, esquina com Avenida José Faria da Rocha), em Contagem, receberá o projeto “Aqui Jazz” para uma apresentação especial da banda Take Five. Os músicos que compõem o grupo irão interpretar alguns dos clássicos do jazz e da MPB, como Georgia on my mind, As times goes by, Manhattan, O Barquinho, Corcovado e Garota de Ipanema. O conjunto é formado atualmente por Clóvis Aguiar (pianista e compositor), Ricardo Penido (trompetista) e Ronaldo Araújo (contrabaixista e trompista).


Este é o sexto ano consecutivo deste projeto cultural que tem patrocínio do Parque Renascer Cemitério e Crematório e do Bosque da Esperança Cemitério Parque. Trata-se de uma iniciativa com o objetivo principal de divulgar gratuitamente a música instrumental de qualidade interpretada por artistas mineiros. Uma característica é a presença em todas as apresentações de um belíssimo Cadilac 1974, que faz parte da frota de veículos do Parque Renascer.

Apoiar as artes mineiras nas suas variadas manifestações é uma prática desenvolvida há bastante tempo pelo Parque Renascer, que já patrocinou o lançamento do livro “Dizendo Adeus”, de autoria do professor e doutor Evaldo A. D’Assumpção; a exposição de fotografias da jornalista Liliane Rosa, intitulada “Cemitérios” e a montagem teatral “Andar de Cima – Uma Comédia pra Amigos do Peito”, com o ator e diretor Luiz Arthur. Também realizou a exposição “Anjos de Igreja”, da fotógrafa Izabel Chumbinho, foi um dos apoiadores do espetáculo Teatral “Mulheres de Hollanda” e recentemente promoveu o lançamento do livro “Os Comes e Bebes nos Velórios das Gerais”, da escritora Déa Rodrigues da Cunha Rocha e o pré-lançamento do curta “Revertere ad locum tuum”, do diretor Armando Mendz.

“Aqui Jazz” com a Banda Take Five

Data: 16 de maio - 11 horas - Entrada franca

Local: Praça Iria Diniz (Avenida João César de Oliveira, esquina com Avenida José Faria da Rocha). Próxima ao Big Shopping. Bairro Eldorado. Contagem/MG

Assessoria de Imprensa: (31) 3274-8907 – Christina Lima

BEATRIZ RODARTE apresenta SHOW “CIRCO DE ILUSÕES”

Sempre no picadeiro

A cantora, compositora e instrumentista Beatriz Rodarte faz dois shows para mostrar seu primeiro disco solo, “Circo de Ilusões”, Dia 20 de maio - quinta-feira, ela estará no Teatro da Biblioteca Pública e no dia 25/5 (terça-feira) ela se apresenta no Conservatório de Música da UFMG.

No show do Teatro da Biblioteca Pública, traz as participações especiais de Danuza Menezes, com o grupo Pandeiro Mineiro, do cantor e compositor Marcus Vinicius e do também cantor e compositor carioca Márcio Bragança.

Acompanham a artista os músicos Cláudio Pereira (guitarra), Cristian Tunes (baixo), Guto Padovani (bateria), Daniel Guedes (percussão), e Richard Neves (teclado). A direção artística é da própria Beatriz, a direção musical é de Alexandre Mourão e a direção cênica é de Babaya. Os figurinos são do paulista Alexandre Prevelatto e da marca Lucy in the Sky, e o cenário de Júlia Braga e Glauber Apisela. O talentoso Kiko Klaus é o técnico de som e a produção executiva é de Leandro Calazans.

Este show lança o ainda inédito primeiro clip da carreira da cantora, gravado em 2009, com roteiro coletivo e direção de Marinho Antunes e Marcelo Santos. Além da câmera e direção de fotografia de Luis miguel, edição de Marcelo Santos e Messaiahs, produção de Henrique Cunha e co-produção de Beatriz Rodarte, Leandro “Azeitona” Calazans, Thalita Matta Machado e Messaiahs.

MÁRCIO BRAGANÇA – cantor e compositor carioca, dono de uma bela voz, participa do CD “ Circo de Ilusões” na faixa “ Menino meu mal”.

MARCUS VINICIUS – cantor e compositor mineiro, revelado pela Rede Globo, através do programa FAMA 2002. Gravou a trilha de abertura da novela do horário das 18h, “Sabor da Paixão” e seu primeiro disco, “O verbo”, saiu pela Som Livre.

PANDEIRO MINEIRO – grupo de pandeiristas, fundado e liderado pela percussionista Danuza Menezes com o objetivo de pesquisar e divulgar a música popular brasileira.

Seguindo a turnê, Beatriz Rodarte ainda lança “Circo de Ilusões” no Conservatório de Música da UFMG, dia 25 de maio, acompanhada de Cláudio Pereira (guitarra), Guto Padovani (bateria), Daniel Guedes (percussão) Richard Neves (teclados) e Cristian Tunes (baixo). Direção musical de Alexandre mourão e direção de Babaya.

Beatriz Rodarte em “Circo de Ilusões”

• Dia 20 de maio - quinta-feira – 21 horas - Teatro da Biblioteca Pública – (Praça da Liberdade) - Os ingressos custam R$15,00
• Dia 25 de maio (terça-feira) - 21 horas - Conservatório de Música da UFMG – (Av. Afonso Pena) - Os ingressos custam R$10,00 (inteira) R$5,00 (meia)

Outras informações com Leandro Calazans (031)86061718
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907


CRÍTICA DISCO – Quem guia e define o CD “Circo de Ilusões” que marca a estréia de Beatriz Rodarte é a sua voz. Com certeza, tudo no disco foi pensado a partir das cores e texturas timbrísticas, da potência, da qualidade da emissão e do prazer que a cantora tem de cantar. Sim, porque há ali notório prazer. Ela parece nos dizer: “eu canto porque acho uma delícia!”.

Num primeiríssimo momento, podemos até compará-la com Ana Carolina. A comparação, no entanto, acaba na mera semelhança dos timbres. Fugindo do óbvio, numa audição mais cuidadosa, a gente passa por alguma coisa de Sandra de Sá e Fernadinha Abreu, mas encontra mesmo é uma cantora afinada com a escola americana.

Estão claros os caminhos do soul, do blues, do rock e a marca inconfundível das cantoras de lá: o canto explícito, para fora (herança do gospel), capaz tanto de gritar quanto de sussurrar dentro da melodia e da harmonia, com uma precisão cirúrgica, nos levando aos píncaros quase elétricos de um agudo bem dado quanto à ternura quente dos graves murmurados bem dentro do nosso coração.

“Circo de ilusões” é um trabalho autoral, mas apresenta também novos compositores mineiros, entre eles Tom Nascimento e Cristian Tunes, o arranjador e co-produtor do disco, e algumas poucas releituras, destaque para a versão em inglês de “Nada será como antes” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) e “Pode tudo acabar”, da velha, e ótima, dupla Alexandre Az e Tino Gomes.

A cantora assina a direção artística e musical e transita bem no caminho que escolheu. Chamou Cristian Tunes para arranjar e este criou desenhos que fazem longos travellings pelo pop mundial, no que ele tem de melhor, e deixam resistindo, ao fundo, o gostinho de sol da insustentável leveza que tem a sonoridade da música mineira, sempre conduzida pela voz que passeia à vontade pela estrada afora nos tais desenhos.

“Circo de Ilusões” traz uma cantora comprometida consigo mesma, com sua poesia, sua literatura. Comprometida com o processo artístico da produção de um disco - desde o ato solitário de compor uma canção até o coletivo de opiniões do estúdio, passando pelo frenesi que envolve o lançamento e a apreciação do público e da crítica. Comprometida, antes de tudo, com sua música e a música de seu tempo, querendo animar a festa, chamando a galera para se divertir e ser feliz, com necessária alegria e indiscutível inteligência. Por que não?

Beatriz Rodarte tem o frescor de uma artista, de fato, independente, desamarrada dos grilhões do mercado fonográfico. Beatriz é assim. Sua voz vibrante nos promete que a noite vai ser boa... Beatriz é assim. Sua batida firme nos convida, nos move... Beatriz Rodarte é assim: dançante e pop!


Déa Trancoso
Cantora e compositora

DISCO FAIXA A FAIXA

1. Dia Claro, de Cristian Tunes, abre o disco puxando para cima. O canto é alegre. A voz que brilha mostra que “é o espelho natural” da cantora. Com ela, a voz, Beatriz flui feliz, como propõe a letra desse soul rock’n’roll.
2. Circo de Ilusões, de Beatriz Rodarte, tem um “nãnãnã” delicioso no final que lembra “As Frenéticas” dos anos oitenta nos chamando para a festa. Sabe aquela balada que não é lenta o suficiente para se dançar junto, mas também não dá para pular e se acabar? Assim é a música que dá nome ao disco: uma balada cheia de suingue, sensualíssima, para aquecer o corpo na pista no começo da noite...
3. Pode Tudo Acabar, da ótima dupla Alexandre Az e Tino Gomes, mantém a base arranjada para mostrar a linda balada-canção que é, mas ganha comentários “algo mangue beat” nas guitarras de Cristian Tunes e no contrabaixo de Frederico Heliodoro. O resultado é interessantíssimo.
4. Em Menino Meu Mal, de Beatriz Rodarte, a cantora recebe o cantor carioca Márcio Bragança e os dois estão à vontade naquilo que têm de mais bonito: a voz marcante, os timbres que se casam, o gosto do canto.
5. Em Cometa, de Tom Nascimento, Beatriz Rodarte se veste dos maneirismos vocais do canto pop com propriedade de veterana.
6. Mossamba, de Tom Nascimento, é o ponto alto do disco e mostra todo vigor da cantora: sua afinação impecável, seu canto preciso, seu suingue explícito.
7. Não me Leve a Mal, de Beatriz Rodarte, mostra a capacidade da dupla militância (cantora/compositora) de fazer som pesado, de estar a serviço do som dançante, de cantar na potência.
8. Sem Nexo, de Beatriz Rodarte, “um, dois, três... vai!!!”. Nesta faixa, uma programação eletrônica convida o ouvinte ao balanço e o rap Cubanito pega a gente pela mão e leva pessoalmente para a pista, numa reverência à pista.
9. Em Pára este Mundo que eu Quero Descer, de Beatriz Rodarte, a cantora brinca de rapper: canta quase falando e fala cantando, cheia de breques.
10. Declaro (X9), de Tom Nascimento, samba soul mineiro, de letra forte, defendida por Beatriz com a força interpretativa necessária.
11. Nada Será como Antes, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, em versão de René Vincent, mostra Beatriz Rodarte como ela é: decidida, ousada, atrevida!


VIDEOCLIP – A primeira cena do clip de Beatriz Rodarte recria o momento em que a cantora se apaixonou pela Música ainda criança (aos 10 anos já estava estudando com o múltiplo Maurício Tizumba e aos 14 anos estreou como compositora). As imagens são limpas e a artista contracena com um belíssimo gramophone.

Com a batida de “Circo de Ilusões”, a primeira canção autoral, ao fundo, o clip mostra a menina que vira mulher, com seu figurino moderno e impecável, com unhas e boca pintadas de vermelho sangue, além dos finíssimos saltos de um sapato preto que marcam o ritmo e confirmam que Beatriz Rodarte está muito à vontade nos balanços do mundo pop.

BREVE HISTÓRICO – Beatriz Rodarte tem raríssima tripla militância: é cantora, compositora, e instrumentista (toca tambor, pandeiro, guitarra). Mineira de Belo Horizonte, Beatriz se descobriu artista ainda criança, aos dez anos. A composição aconteceu quatro anos mais tarde e veio para ficar. Participou de inúmeros projetos musicais como Trampolim, Canto em Qualquer Canto, Ensaio Aberto, Mostra de Cantores, dentre outros. Ganhou o Concurso de Jingles da Escola da Babaya, pela composição do Jingle “Cantar é Dez”, veiculado nas rádios em Minas Gerais. Fez parte do Tambor Mineiro, fundado pelo seu mestre Maurício Tizumba, participando da gravação do primeiro CD do grupo, dividindo o palco com Chico César, Paula Santoro, Pedro Luis e Milton Nascimento.

Aos 20 anos, foi escolhida como uma das vozes femininas da renomada banda de baile Pendulum, da qual fez parte por cinco anos. Em sua história musical, Beatriz coleciona participações nos CDs da Banda Pendulum, Alexandre Az, Banda Alcalyno, Trio Jerimum e Trio Bodocó. A cantora também faz parte do grupo Harém da Imaginação.

Como intérprete, gravou diversas músicas, inclusive a versão da música “My Romance” titulada em português "Meu Amor", de Pacífico Mascarenhas. Já fez shows com Pedro Morais, Tom Nascimento, Nathy Faria, Márcio Bragança (RJ), Anthonio (Candome System), Affonsinho, Luiz Melodia, banda Rubato Gandaia (SP).

Atualmente a cantora se dedica à carreira solo, fazendo shows pelo Brasil, e à divulgação do CD “Circo de Ilusões”, cuja turnê de lançamento teve início em novembro de 2009.

Beatriz Rodarte

• Dia 20 de maio - quinta-feira – 21 horas
Teatro da Biblioteca Pública – (Praça da Liberdade)
Os ingressos custam R$15,00
• Dia 25/5 (terça-feira) - 21 horas
Conservatório de Música da UFMG – (Av. Afonso Pena, )
Os ingressos custam......

Outras informações com Leandro Calazans (031)86061718

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