segunda-feira, 24 de setembro de 2012

MÚSICA NAS ESCOLAS FAZ APRESENTAÇÃO NO METRÔ


Concerto antecipa homenagem da CBTU-METRÔ BH ao Dia do Metroviário


O Projeto Educativo e Cultural Música nas Escolas está preparando um concerto especial para o Dia do Metroviário, comemorado oficialmente no dia 30 de setembro. O Grupo de Câmara da Orquestra Jovem V&M do Brasil, formado por alunos da Comunidade do Barreiro e do Grupo Infantojuvenil da Escola Estadual Padre João Botelho, irá se apresentar sob a regência do maestro Rogério Vieira, no dia 28 de setembro, sexta-feira, às 17 horas, na plataforma da Estação Central do Metrô (Praça Rui Barbosa, s/nº - Centro), em Belo Horizonte.
O espetáculo será aberto e gratuito para os usuários do Metrô. Cerca de 20 alunos compõem a orquestra, formada por instrumentos de cordas, sopros e percussão (violinos, violoncelos, trompetes, oboés, flautas, percussão, entre outros). O repertório será composto de músicas clássicas, eruditas e sucessos da música brasileira, tais como: Marcha Turca e Ode à Alegria, de Beethoven, Valsa em Dó, de Mozart, Danúbio Azul, de Strauss, Rondo, de Purcell, Asa Branca, de Luiz Gonzaga, e mais.
Formação Musical
Com sete anos de existência, o Música nas Escolas vem contribuindo para a formação musical de crianças e adolescentes, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte e alunos de escolas públicas. O projeto deu origem à Orquestra Juvenil da Escola Estadual Padre João Botelho e Orquestra Jovem V&M do Brasil. Inspirada no Maestro Villa Lobos, a iniciativa foi uma das primeiras a levar música para as escolas e, hoje, já colhe os frutos do trabalho e dedicação. Durante todo o ano, as duas orquestras realizam concertos em escolas públicas, creches e hospitais de Belo Horizonte e de cidades da região metropolitana e interior de Minas.
Para o idealizador do projeto, José Roberto Lages, a inserção de música nas escolas colabora para o desenvolvimento das crianças. “Com essa percepção da música, mais tarde, a criança se relaciona muito melhor com o mundo, além de compreender todos os outros sons”, avalia.
A orquestra é composta por estudantes de comunidades carentes que utilizam as oficinas de música para aprender a tocar flauta doce e transversal, violino, viola, contrabaixo, violoncelo e teoria musical. Sob a regência do maestro Rogério Alves Vieira, as crianças vão interpretar peças populares, como Asa Branca, Cai, Cai Balão e Greensleeves, além de um repertório que mescla clássicos eruditos, incluindo obras de Beethoven , Mozart, Pixinguinha e Luiz Gonzaga.
A apresentação é uma homenagem do Música nas Escolas e da CBTU-METRÔ BH para todos os metroviários.
O Música nas Escolas
Inspirado no maestro Heitor Villa Lobos, um dos primeiros a introduzir a música nas escolas, o Música nas Escolas teve início em 2005, numa iniciativa da Imago Mundi Cultural, que tem à frente José Roberto Alvarenga e José Roberto Lages.  O projeto incentiva e investe na formação musical de crianças e adolescentes, de oito a 20 anos, estudantes de escolas públicas, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Por meio de concertos didáticos e cursos de formação musical, eles têm acesso à história de grandes compositores da música erudita e popular, têm aulas de teoria musical, história da música e apreciação musical.
Ao ingressarem no projeto, eles participam de aulas diárias e gratuitas de instrumento musical à sua escolha, como: violinos, violas, violoncelos, contrabaixos, flautas transversais e doces, trompetes, fagotes, oboés e percussões etc. As aulas são ministradas por 15 professores contratados da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que os aproximam do universo da música erudita e popular.
O projeto coordena três núcleos de música: a Orquestra Jovem V&M do Brasil e Comunidade do Barreiro, cujas aulas ocorrem nas salas de auditório da Fundação Sidertube, no Barreiro; a Orquestra Infantojuvenil da Escola Estadual Padre João Botelho, no Bairro das Indústrias, com aulas na sede da escola; e o Grupo de Câmara, formado por integrantes das duas orquestras que, além do repertório clássico e erudito, se apresenta também com um repertório de músicas folclóricas e infantis que é sempre bem recebido pela plateia.
Desde o início do projeto, já são mais de 150 apresentações realizadas para cerca de 50 mil espectadores em eventos culturais, escolas, creches, hospitais, metrôs e praças da capital e do interior de Minas Gerais.
Depois de anos estudando e respirando música, muitos jovens continuam no projeto aperfeiçoando-se e atuando como multiplicadores do conhecimento adquirido. A qualidade do planejamento pedagógico e da formação musical também favorece a atuação de vários integrantes das orquestras em grupos profissionais, fora do âmbito do projeto, propiciando a geração de emprego e renda para os jovens músicos.
Muitos deles ingressam na formação acadêmica musical em conceituadas universidades e/ou são integrados ao Grupo de Câmara.

Concerto Dia do Metroviário Música nas Escolas
28 de setembro, sexta-feira
17 horas
Estação Central do Metrô BH (Praça Rui Barbosa, s/nº - Centro)

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
(31) 3274-8907

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Memorial Minas Gerais Vale lança duas atrações: Exposição de fotografias “Um Dia na Praça” e videoinstalção “Eu Não Estou Aqui”


Com entrada franca, exibição se inspira nas múltiplas interpretações que a Praça da Liberdade desperta e vídeo reflete as misteriosas circunstâncias de desaparecimento de crianças em Belo Horizonte
No dia 26 de setembro (quarta-feira), o Memorial Minas Gerais Vale abre duas novas atrações ao público: a exposição “Um Dia na Praça”, produzido pelo museu, e a videoinstalação “Eu Não Estou Aqui”. As duas iniciativas abrigarão dois espaços de exposições temporárias: a Sala de Exposição e a Sala de Vídeo. Com entrada franca, ambas ficarão em cartaz até o dia 30 de novembro

“Um Dia na Praça” se estrutura em torno de usos e ocupações que as pessoas fazem da Praça da Liberdade, para revelar outras visões – distantes das imagens publicitárias ou turísticas – que enfatizam o tom poético e a beleza silenciosa do próprio cotidiano. A ideia nasceu quando, em comemoração à 10ª Semana de Museus, o Memorial Minas Gerais Vale e o Fototech – MG (coletivo de fotógrafos de Belo Horizonte) reuniram fotógrafos profissionais para registrarem um dia na Praça da Liberdade, um dos espaços públicos mais apropriados e fotografados pela população de Belo Horizonte. 



O olhar atento dos profissionais André Luppi, Elmo Alves, Marcos Toledo, Nereu Jr., Pauline Pepe, Ronaldo Almeida, Sérgio Castro, Tibério França, Tina Carvalhaes e Walmir Monteiro revelou, em um único dia, momentos, pessoas, situações e formas de apropriação do espaço, que muitas vezes passam despercebidas no cotidiano fugaz e veloz da cidade. A ação, naturalmente, tomou uma dimensão maior que resultou na exposição “Um Dia Na Praça” que, de alguma forma, devolve a esses participantes suas imagens e ao mesmo tempo compartilha com o grande público esses múltiplos olhares em torno de um dos mais importantes cenários turísticos da capital mineira.

Enquanto a exposição repousa no fascínio e nos múltiplos olhares que a Praça da Liberdade desperta, a instigante videoinstalação “Eu não estou aqui” se inspira nas misteriosas circunstâncias de desaparecimento de crianças em Belo Horizonte e nos efeitos sociais e psicológicos causados sobre suas famílias. Objetos que fazem parte do ambiente doméstico das crianças são usados como superfícies para projeção de imagens que remetem à ideia de ausência. 10 casos de desaparecimento de crianças inspiraram a criação de textos literários que transitam entre a realidade e a ficção, em forma de livro e na voz de uma anônima mãe.

O Memorial Minas Gerais Vale está se consolidando cada vez mais como um espaço de programação temporária, apostando na diversidade cultural de Minas Gerais. “A ideia é caracterizá-lo como um museu vivo: criar um interesse além das exposições permanentes e dar uma nova dimensão ao Memorial – a construção de uma memória constante”, reflete o Gerente do Memorial, Wagner Tameirão.

Um dia na Praça - O contexto da exposição

O Memorial Minas Gerais Vale, em comemoração à 10ª Semana de Museus, desenvolveu, em parceria com o Fototech – MG, coletivo de fotógrafos de Belo Horizonte, uma ação na Praça da Liberdade. A proposta era reunir fotógrafos profissionais com seus distintos olhares, para registrarem um dia na Praça da Liberdade, um dos espaços públicos mais apropriados e fotografados pela população de Belo Horizonte, assim como por turistas, noivas, professores e alunos, fotógrafos profissionais e amadores. Trata-se de um cenário turístico, mas que pode gerar diferentes formas de registros e apropriações.

O olhar atento destes profissionais revelou, em um único dia, momentos, pessoas, situações e formas de apropriação do espaço, que muitas vezes passam despercebidas no cotidiano fugaz e veloz da cidade.

Como extensão deste espaço, o Memorial montou uma “tenda-estúdio” para registrar parte das pessoas que dão vida à Praça. Os “habitantes” da Praça, prontamente aderiram à ação e permitiram que as imagens fossem feitas. Diferentes tribos urbanas, famílias, adolescentes, casais de namorados, crianças, idosos e moradores de rua, entre outros, nos mostraram como usam e convivem com a diversidade que caracteriza a Praça da Liberdade. A receptividade foi surpreendente!

A ação, naturalmente, tomou uma dimensão maior do que o previsto. Surgiu a ideia de montar uma exposição para, de alguma forma, devolver aos participantes suas imagens e ao mesmo tempo compartilhar com o grande público estes múltiplos olhares em torno da Praça da Liberdade. Com isso, a exposição “Um Dia na Praça” se estrutura em torno de um pequeno recorte de um sábado à tarde, mas que permite dar visibilidade a alguns de seus muitos usos e formas de apropriação que são extremamente vastos.

Agradecimentos ao Fototech-MG, pela parceria e a generosidade dos fotógrafos, que prontamente aceitaram o convite e participaram desta tarde especial: André Luppi, Elmo Alves, Tibério França, Cau Pansardi, Sérgio Castro, Pauline Pepe, Ronaldo Almeida, Tina Carvalhaes, Walmir Monteiro, Rafael Lara, Nereu Jr., Alexandre Salles, Marcos Toledo, Rafael Carneiro e outros, que aderiram à ação sem serem identificados.

Um Dia na Praça
Todo dia, a Praça da Liberdade se reconfigura pelos múltiplos modos que podemos experimentar seus espaços. São diversos modos de ocupação que mostram os inúmeros processos de significação do espaço apropriado pela força da vida cotidiana. Uns descansam, enquanto outros brincam, conversam, se divertem ou simplesmente contemplam. A Praça, com isso, torna-se um território aberto a outros tempos, mais fluidos e lentos, em contraposição ao agito da cidade que a circunda.

“Um Dia na Praça” é uma exposição que se estrutura em torno desses usos e ocupações que as pessoas fazem da Praça, para revelar outras visões – distantes das imagens publicitárias ou turísticas – que enfatizam o tom poético e a beleza silenciosa do próprio cotidiano.

FICHA TÉCNICA
- Fotógrafos: André Luppi, Elmo Alves, Marcos Toledo, Nereu Jr., Pauline Pepe, Ronaldo Almeida, Sérgio Castro, Tibério França, Tina Carvalhaes, Walmir Monteiro
- Edição de fotos e texto: Eduardo de Jesus
- Projeto expográfico e projeto gráfico: Marconi Drummond
- Produção: Memorial Minas Gerais Vale
- Impressão e acabamento das fotos: Estação Digital
- Concepção ação Semana de Museus: Maristella Medeiros e Wagner Tameirão
- Impressão do informativo: 7000 exemplares impressos pela Fumarc em setembro de 2012

A Vale e a Praça da Liberdade
A Praça da Liberdade foi o primeiro espaço público oficialmente adotado na história de Belo Horizonte pela iniciativa privada. O pioneirismo virou referência, levando a PBH a criar o Programa Adote o Verde, permitindo que empresas, instituições e indivíduos possam adotar e revitalizar espaços públicos da cidade. Desde dezembro de 2011, a Vale tem celebrado os 20 anos de adoção do espaço com o evento mensal “Vale na Praça”, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e oferecer uma programação diversificada aos frequentadores da Praça da Liberdade.

Breve histórico
1897 - Belo Horizonte é inaugurada e a Praça da Liberdade é o marco zero da nova capital. Para marcar a transição de Ouro Preto para BH, a Praça ganha uma réplica do Pico de Itacolomi.
1920 - Para receber os reis belgas, a Praça passa por uma grande reforma. Entre as novidades, a réplica do Pico de Itacolomi é retirada e o local ganha novos jardins e estilo arquitetônico.
1930 ›1950 - Espaço popular, a Praça abriga o footing e outras atividades de lazer e socialização.
1960 - A Praça é presenteada com obras de Oscar Niemeyer no seu entorno.
1970 ›1980 - Além de palco de atos políticos, a Praça abriga a Feira Hippie.
1991 - A MBR adota e restaura a Praça, seguindo a reforma feita em 1920. Um marco na história da cidade. A Feira Hippie é transferida para a Afonso Pena.
2007 - Vale passa a ser a mantenedora da Praça ao incorporar a MBR.
2009 - O Governo de Minas apresenta o Circuito Cultural Praça da Liberdade.
2010 - É inaugurado o Memorial Minas Gerais Vale, parte do Circuito Cultural Praça da Liberdade.
2011 - Adoção da Praça da Liberdade pela Vale completa 20 anos.
2012 - Em comemoração aos 20 anos da adoção, a Vale realiza mensalmente o “Vale na Praça”.

Vale na Praça
21 de outubro: Acão especial Dia das Crianças
25 de novembro: Espetáculo com o grupo Ponto de Partida
09 de dezembro : Ação Especial Aniversário de Belo Horizonte

“Eu Não Estou Aqui”
“Eu não estou aqui” é uma videoinstalação inspirada nas misteriosas circunstâncias de desaparecimento de crianças em Belo Horizonte e nos efeitos sociais e psicológicos causados sobre suas famílias. Objetos que fazem parte do ambiente doméstico das crianças são usados como superfícies para projeção de imagens que remetem à ideia de ausência. 10 casos de desaparecimento de crianças inspiraram a criação de textos literários que transitam entre a realidade e a ficção, em forma de livro e na voz de uma anônima mãe.

A Emvideo vem desenvolvendo trabalhos principalmente relacionados à videocenografia e ao cinema. Em 2012, foram lançados pela produtora dois filmes: Metrópoles (documentário) e Os Contratadores (curta de ficção), além de uma videoinstalação especialmente criada para a exposição “Belo Horizonte F.C. – Trajetórias do futebol na capital mineira”, do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB).

Memorial
Em 2010, a Vale ampliou sua relação com este espaço público, a Praça da Liberdade, inaugurando o Memorial Minas Gerais Vale, dedicado à memória cultural do Estado, que integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade.

Caracterizado como museu de experiência, o Memorial instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros, contados de forma interativa e contemporânea. Cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI.

O Memorial se propõe a ser um espaço de troca e sinergia com múltiplas manifestações e linguagens culturais, em prol da diversidade.

Serviço:
Período das exposições: 26 de setembro a 30 de novembro
Endereço: Praça da Liberdade s/n, esquina com Rua Gonçalves Dias
Entrada Franca
Datas e horários de visitação: terças, quartas, sextas e sábados: das 10h às 17h30, com permanência até às 18h.
Quintas: das 10h às 21h30, com permanência até às 22h.
Domingos: das 10h às 15h30, com permanência até às 16h.
Contato Memorial Minas Gerais Vale: (31) 3309-1117
Para visitas guiadas, em grupos, agendamento pelo telefone (31) 3343-7317/ www.memorialvale.com.br

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação: (31) 3274-8907
Christina Lima (31)9981-4897/christina@christinalima.com.br
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A força e a emoção da dança no “Debates Vivo EnCena: O Flamenco Tradicional sob uma Concepção Moderna”


Programa Vivo EnCena traz para a capital mineira os renomados bailarinos Ángel Rojas, Carlos Rodríguez e Iracity Cardoso para encontro com entrada franca,
no dia 21 de setembro

O programa Vivo EnCena traz a alma e o ímpeto da cultura flamenca para o Debates Vivo EnCena, no próximo dia 21 de setembro (sexta), às 17 horas, no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti. O tema será O Flamenco Tradicional sob uma Concepção Moderna, inspirado no espetáculo “Cambio de Tercio”, da companhia Nuevo Ballet Español, e contará com as participações dos consagrados coreógrafos e bailarinos Ángel Rojas e Carlos Rodríguez. Com entrada franca, o debate será mediado pela respeitada gestora em dança e coreógrafa Iracity Cardoso.
Sob curadoria do pesquisador em gestão cultural e curador do programa cultural Vivo EnCena, Expedito Araujo, a proposta é discutir o processo de criação e seus limites, sem perder a essência que o caracteriza, a partir da prática do Nuevo Ballet Español, que trabalha o flamenco sob uma concepção moderna. A ideia é também relacionar a questão da subversão nas linguagens da dança e o olhar que caracteriza o contemporâneo hoje no Brasil.
O curador do Debates Vivo EnCena, Expedito Araujo

O Debates Vivo EnCena estimula o encontro de artistas e estudiosos que participam da elaboração de uma obra cênica com autonomia de criação em contato com as diversas dinâmicas estéticas em todas as áreas de composição e público, tornando acessível o diálogo sobre temas relevantes ao fazer teatral. A cidade exerce importante influência nos movimentos artísticos e culturais e, assim, a discussão pretende ampliar o olhar sobre as performances do cotidiano, descobrir as possibilidades de (re) significação, a partir dos discursos dos convidados e refletir sobre o papel da arte em contextos específicos.
A ação tem como objetivo a formação de plateia e de espectadores e também uma reflexão sobre o acesso ao conhecimento a partir das artes cênicas, já que o projeto sempre dialoga com um espetáculo integrante do programa Vivo EnCena.

Sobre os participantes
Ángel Rojas - Natural de Madri nasceu em 1974, estreou como profissional aos 16 anos e integrou o Ballet Teatro Español. Foi selecionado para participar do espetáculo “Hamlet”, do Ballet Español de Madrid, sob a direção artística de José Granero. Em 1992 passou a integrar o Ballet Flamenco de Antonio Canales, dançando no espetáculo “A ti Carmen Amaya”, onde desempenhou o papel de touro no número Torero. Prosseguiu com um tributo a Escudero, no Ballet Nacional Cubano, dirigido por Rosario Suarez, participando ainda da “Gala Greco-Romana” e da “Gala des Étoiles de Montréal”. Coreografou “La Zapatera Prodigiosa”, baseada na obra homônima de Garcia Lorca, ao lado de Rodriguez e de Alicia Mantaras para o Teatro de la Danza de Madri. Em 1994 foi artista convidado da companhia de Victor Ullate.
Carlos Rodríguez - Nasceu em 1975, em Madri, e aos 13 anos era finalista da audição do Ballet Nacional de España. Dançou para a companhia de Rafael Aguilar (Teatro Español), Ballet de Zambra e Ballet Español de Madri, sob direção de José Granero. No quadro da Expo de Sevilha, de 1992, participou do espetáculo “La Petenera”, dirigido por Emilio Hernandez, após o que apresentou em “Chorizos y Polacos”, no Teatro de la Zarzuela. Esteve presente no Festival da Oti, em 1992 e 1993, e foi bailarino convidado do Real Conservatório. Participou como bailarino solista no Ballets Españoles, onde coreografou “La Zapatera Prodigiosa”, com Rojas e Alicia Mantaras.
Em 1994, Rojas e Rodríguez dividiram o prêmio de Melhor Bailarino, no Concurso Nacional de Flamenco. A partir de 1995, ambos passaram a trabalhar juntos e fundaram o Nuevo Ballet Español, onde criaram um programa diferente a cada ano. A última produção da dupla, recém-estreada, é uma nova versão de “Amor Brujo”, de Manuel de Falla.
Iracity Cardoso - Nasceu em São Paulo, em 1945. Formada pela Escola de Dança de São Paulo, possui várias experiências com outros mestres de estilos e técnicas distintas. A primeira internacional foi como bailarina na Alemanha, França e no México, entre 1964 e 1967. Foi bailarina do Ballet Stagium, na época da sua criação, na década de 70. Também atuou como assistente de direção e bailarina do Balé da Cidade de São Paulo, no período de 1974 a 1980. Em 80 retornou à Europa com Oscar Araiz, como assistente de direção e bailarina no Ballet du Grand Theatre de Genebra. A partir de 1989 até 1993, participou no mesmo como diretora artística adjunta. Em 1996 foi convidada para ser a diretora artística do Ballet Gulbenkian, em Portugal, onde permaneceu até 2003. De volta ao Brasil, depois de 23 anos na Europa, foi convidada para ser assessora de dança da SMC de São Paulo, onde reativa o Centro de Dança da Galeria Olido e promove a publicação do Primeiro Edital de Fomento a Dança, e a criação do Projeto de Dança Vocacional. Em 2008 assumiu a direção artística como fundadora da São Paulo Companhia de Dança, e ficou até abril de 2012. Atualmente, faz parte do Conselho Artístico do Festival do Joinville e atua como presidente do Júri do Fomento a Dança, além de outras atividades de curadoria.
Sobre Expedito Araujo - Curador do programa cultural Vivo EnCena, pesquisador na área de gestão cultural, com formação em artes cênicas e ciências sociais, tem mais de 10 anos de experiência na área de gestão no setor público. Destaca-se por sua atuação no processo de elaboração de diretrizes do “Projeto Bando a Parte”, do Teatrão, de Coimbra, em Portugal. Autor do livro “Núcleo Vocacional, Criação e Trajetória” (Editora SMC-SP/ 2008) e de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.
Sobre o Vivo EnCena
Programa cultural da Vivo para as artes cênicas, estimula a conexão  de projetos e promove o intercâmbio de pessoas em diferentes estágios de suas carreiras. O teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações de difusão, circulação, mobilização e formação por todo país, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito das artes cênicas.
O Vivo EnCena é realizado há dois anos, está presente em 18 Estados do país e já patrocinou mais de 50 projetos continuados, além de realizar projetos próprios e a curadoria do Teatro Vivo e do Grande Auditório do MASP, na cidade de São Paulo. O programa utiliza o teatro como ferramenta de acesso, reflexão, inclusão, autonomia e transformação com o objetivo de trazer resultados positivos sobre a trajetória e sustentabilidade de todos.
SERVIÇO
Debates Vivo EnCena: O Flamenco Tradicional sob uma Concepção Moderna
Data: 21 de setembro, sexta
Horário: 17 horas
Local: Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti (Avenida Afonso Pena 1.537, Centro, Belo Horizonte – MG)
Entrada Franca (Entrada 1 hora antes do horário de início do Debates)
Mais informações: Twitter @vivoencena e facebook vivoencenaII


AQUI JAZZ APRESENTA RITA MEDEIROS


Conhecida pela belíssima performance junto ao quarteto Lyrical Jazz, cantora faz participação especial no show do quinteto Take Five, na Praça do Papa

O Aqui Jazz leva à Praça do Papa (Alto da Avenida Afonso Pena - Mangabeiras), no dia 16 de setembro, domingo, às 11 horas da manhã, toda a irreverência e versatilidade da cantora lírica Rita Medeiros. A artista sobe ao palco para uma participação especial no show do quinteto jazzístico Take Five, que além de clássicos do jazz e da música internacional, irá apresentar um repertório com o melhor da música popular brasileira. A direção artística é de Pedrinho Alves Madeira, produção e coordenação de Christina Lima Comunicação e Produção.
Desde 2005, o Aqui Jazz vem percorrendo praças e parques de Belo Horizonte e Região Metropolitana com o objetivo de divulgar gratuitamente a música instrumental de qualidade, interpretada por artistas mineiros. Realizado através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o projeto é uma iniciativa do Parque Renascer, do Bosque da Esperança e da Funeral House.
Além de contribuir para a divulgação da música instrumental, de dar oportunidade aos músicos mineiros em mostrar sua arte de maneira digna e profissional e de valorizar e preservar o patrimônio público municipal, o Aqui Jazz tem como finalidade desmistificar o significado mórbido de cemitério.
O projeto cultural tem o intuito de mostrar que cemitério pode também remeter à vida, afinal, é onde estão aqueles que contribuíram para a sociedade em que vivemos hoje. O Aqui Jazz, através de seus patrocinadores – Parque Renascer – Bosque da Esperança e Funeral House - propõe celebrar a vida com música, alegria e cultura.
Aqui Jazz – Rita Medeiro & Take Five
No dia 16 de setembro o público terá uma performance irretocável e emocionante já que, além do preparo técnico e vivência no canto lírico e no jazz, Rita Medeiros possui uma incrível capacidade de interpretação nos palcos, esbanjando charme e personalidade. Ao lado da banda Take Five, formada por virtuosos músicos, a cantora irá interpretar algumas pérolas do jazz e da MPB, como: Summertime (George Gershwin & Ira Gershwin), Take five (Dave Brubeck), Influência do Jazz (Carlos Lyra), Chega de Saudade (Tom Jobim) e But not for me (George Gershwin & Ira Gershwin).
A banda Take Five é formada pelo quinteto de músicos Ricardo Penido (trompetista), Matteo Ricciardi (saxofonista), Bruno Vellozo (contrabaixista), Leo Lana (bateria e percussão) e Walner Casitta (piano). Tem 20 anos de experiência, e se especializou em interpretar os grandes sucessos do jazz e da bossa nova, passando pelo erudito, com obras de compositores que estão na fronteira entre o clássico e o popular.
Uma das características do evento é a presença de um belíssimo Cadilac 1974, que faz parte da frota de veículos do Parque Renascer.
Rita Medeiros
Dona de extensão vocal impressionante, Rita Medeiros já confundiu figuras renomadas do meio erudito, cantando como mezzo-soprano até, finalmente, se encontrar como uma soprano de voz muito aguda. De musicais a óperas, a cantora sempre buscou explorar novas formas musicais. 
Natural de Belo Horizonte, formada em Engenharia Civil pela UFMG, Rita cantou profissionalmente pela primeira vez interpretando Elizabeth, na peça Drácula, premiada adaptação de Carl Schumacher do texto de Bram Stocker, sobre a direção de Kalluh Araújo. Logo se apresentaria ao grande público, acompanhada por Eduardo Hazan, cantando a abertura do ballet Relâche (Erik Satie) quando das apresentações da Cia de Dança Palácio das Artes em Belo Horizonte (Grande Teatro do Palácio das Artes) e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Com estas experiências, tomou gosto pela atividade artística para, em menos de dois anos, despontar como solista do inesquecível Ars Nova, coral que, sob a batuta do grande Maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca, conquistou plateias e prêmios internacionais em vários concursos pelo mundo afora.
Do contato com colegas da Escola de Música da UFMG, surgiu, em 1997, o festejado Lyrical Jazz, no qual a voz ora potente, ora suave da cantora, interpretava alguns dos mais famosos standars do Jazz. O quarteto foi sucesso em cada apresentação e a modesta primeira tiragem do CD, que levou o nome do grupo, esgotou num piscar de olhos, se transformando em relíquia para alguns colecionadores da boa música. A semente estava lançada.
Em 2000, Rita cantou sua primeira ópera: interpretou o papel de Lola , na Cavalleria Rusticana de Mascagni, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte; depois, também em Belo Horizonte, fez a plateia gargalhar como Marcellina, nas Bodas de Figaro de Mozart; protagonizou Carmen, de Bizet, no Teatro Alfa Real, em São Paulo; foi Rosina, no Barbeiro de Sevilha de Rossini (em Belo Horizonte) e Marianna em La serva e l’ussero de Ricci, em Belo Horizonte e São Paulo; no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, interpretou a agudíssima Madame Herz, n'O Empresário de Mozart.
Rita participou de duas montagens teatrais inusitadas: no belo Pax Fvro, dividia um palco cheio de areia com o contratenor  Sergio Anders e o pianista Wagner Sander, interpretando uma louca que devaneava, alucinada, enquanto cantava maravilhas do canto erudito; no intrigante Bricole ou foi por isso que matei mamãe, ao lado dos atores Letícia Castilho e Marney Heitmann e do percussionista Sergio Aluotto, vocalizando e gritando canções de Erik Satie, interpretou uma rebelde histérica que se transformava em ganso.
Recentemente incorporou o papel de Bersi na montagem da ópera Andrea Chénier (2010, regência de Luiz Fernando Malheiro, direção de André Heller-Lopes), no Grande Teatro do Palácio das Artes e, em 2011, interpretou Fenena, na grande montagem da ópera Nabucco (regência de Sílvio Viegas, direção de André Heller-Lopes).

“Aqui Jazz” com participação especial de Rita Medeiros
Data: 16 de setembro - Domingo / Horário: 11h
Local: Praça do Papa (Alto da Avenida Afonso Pena s/nº)
Entrada franca - Classificação Livre

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação
(31) 3274-8907 – 9981-4897 - Christina Lima e Fernanda Pereira

BILORA LANÇA BALANCIÔ


Cantor, compositor,  violeiro e arranjador lança quarto álbum de sua carreira e destaca cultura regional de sua terra natal



O músico, violeiro e compositor Valmir Ribeiro de Carvalho, o “Bilora”, lança no dia 13 de setembro, quinta-feira, às 20h30, no Teatro da Biblioteca Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21, Funcionários), o quarto trabalho de sua carreira, “Balanciô”. O álbum, que leva o nome de uma das faixas compostas pelo músico, remete ao gingado, à dança e ao movimento, com elementos da cultura popular brasileira, especialmente a regional, com participações de artistas e da comunidade do Vale do Mucuri e de índios Maxakali.
No palco, o artista irá se apresentar ao lado de uma banda composta por sete músicos. São eles: Airton Prado (baixo e violão); Gladson Braga e Ivan Baia (percussão); Irmãs Pimenta (vocal); Ade Ribeiro (vocal e percussão). Bilora irá comandar a voz principal e os acordes da viola. Os ingressos para o show estão à venda à R$ 20,00 a inteira e R$ 10,00 a meia-entrada.
“Balanciô”
Foram muitas as estradas que Bilora percorreu desde que saiu de sua terra natal, o Povoado do Córrego do Norte, a poucos quilômetros da Aldeia dos índios Maxakali, no município de Santa Helena de Minas (Vale do Mucuri, MG), em 1994. De lá para cá, o cantor e violeiro ganhou vários prêmios, conheceu músicos importantes, lançou discos e hoje desponta como um dos mais criativos compositores mineiros com “Balanciô”.
No disco, a moda de viola dialoga com outros ritmos harmonicamente, revelando a sensibilidade e a maturidade criativa de Bilora, que soube escolher com cuidado o caminho a seguir. De forma singela e sincera, o artista esmiúça a cultura popular e concebe sua visão nas letras e composições por meio da voz e da melodia. Os batuques, as cantigas de roda, folias, os calangos, reisados e as catiras complementam os versos e acordes da viola, com instrumentos de percussão, exalando os sentimentos mais naturais, com voz viva de quem um dia veio da roça e ainda está ligado à simplicidade do campo e da natureza.
O álbum independente tem 14 faixas, a maioria composta por Bilora ou em parceria com outros compositores, como Paulim Amorim, Lula Barbosa e Djavan Carvalho, o “Djah”. Há ainda composições do poeta, cantor e compositor Josino Medina e do músico baiano Álisson Menezes. A música que dá título ao CD tem como abertura a vinheta gravada na Comunidade do Córrego do Norte. “É uma palavra vinda de um batuque, tradição africana forte no Vale do Mucuri”, explica Bilora. “Balanciô, balanciô, eu pisei na pedra, a pedra balanciô, endireitou, endireitou, o mundo estava torto, Santo Antônio endireitou”. A versão de “Bom Sujeito” na língua Maxakali foi feita por Rogério Maxakali e Major Maxakali, índios da Aldeia Maxakali, do município de Santa Helena de Minas, única tribo em Minas que ainda preserva sua cultura – língua, crença etc.
Bilora aprendeu a tocar violão ainda na adolescência, influenciado por um tio sanfoneiro (Armindo) e por um amigo (Dau). No mesmo período, participou de shows de calouros em Santa Helena, Machacalís, Águas Formosas e Umburatiba. Ganhou vários deles e acredita que essa experiência foi fundamental para despertar o seu talento como músico.
Descobriu o dom de compor e passou dos shows de calouros aos festivais da canção. Ganhou inúmeros prêmios, inicialmente em parceria com João Brasil e depois sozinho. Nesse período, conheceu Pereira da Viola e Josino Medina e, inevitavelmente, a viola. Tomou gosto pelo instrumento e não largou mais.
Ganhador de vários prêmios em festivais da canção pelo Brasil, como:Canta Minas (1995), organizado pela Rede Globo Minas, em 2002 foi premiado no Circuito Paulista de Festivais na capital de São Paulo que reuniu os premiados do ano no interior do estado. A música “Calango na Cidade” já totalizou 30 premiações, inclusive, o Primeiro Lugar em Avaré, SP, em setembro de 2005 e primeiro lugar em Ibotirama, Bahia, agosto de 2006. O prêmio mais notável foi o 3º lugar com a música “Tempo das Águas” no Festival da Música Brasileira de 2000, organizado pela Rede Globo. No ano de 2005 foi um dos selecionados no Festival de Música da TV Cultura, com a música “Sertão Urbano”.
Lançamento do CD “Balanciô”
Data: 13 de setembro
Horário: 20h30
Local: Biblioteca Pública Luiz de Bessa (Praça da Liberdade, 21, Funcionários). Informações: (31) 3269-1166.
Ingressos à venda na bilheteria do Teatro da Biblioteca à R$ 20,00 a inteira e R$ 10,00 a meia-entrada.
Assessoria de Imprensa: 31 – 3274 8907

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Velha Guarda da Mangueira anima a 2ª Chopada do Olympico Club


Samba, alegria e gente bonita se reunirão em um dos mais tradicionais clubes de Belo Horizonte no dia 29 de setembro

Velha Guarda da Mangueira

Após o sucesso da primeira edição, em 2011, a 2ª Chopada do Olympico traz à Belo Horizonte um dos grupos de samba mais tradicionais do país. No dia 29 de setembro (sábado), a partir das 16h, o Olympico Club (Rua Professor Estevão Pinto, 735 – Bairro Serra) será palco para a Velha Guarda da Mangueira, que levará o melhor do samba carioca para as quadras do clube. A abertura da festa ficará por conta da banda Estudantina.

A 2ª Chopada do Olympico será open bar. Além do bom e tradicional samba carioca, o público poderá apreciar o Chopp Albanos, vodka, suco, refrigerante, água e comida de buteco. Os ingressos são limitados (sócio R$ 50,00 – não sócio R$ 65,00) e estarão à venda a partir do dia 9 de setembro na secretaria do clube. O ingresso garante comida, bebida, muita música e alegria. A classificação é 18 anos e menores podem ir acompanhados pelos pais.

Velha Guarda da Mangueira
A primeira formação da Velha Guarda da Mangueira remonta ao ano de 1956, capitaneada por Carlos Cachaça, Cartola e Aloísio Dias. Os integrantes reuniram-se para representar umas das mais tradicionais escolas de samba carioca. No repertório, sambas de terreiro, clássicos de Carlos Cachaça, Cartola e Nelson Cavaquinho, e composições dos novos valores que iam tomando corpo na comunidade mangueirense.  Atualmente com 15 integrantes, o grupo  apresentará, na 2ª Chopada do Olympico, sambas que já foram consagrados por diversos intérpretes e compositores, como Jamelão, Beth Carvalho, Chico Buarque e Tom Jobim.

Banda Estudantina
Liderados pelos sambistas Paulo Luiz e Paola, a banda Estudantina fará o show de abertura da noite, e prometem muita alegria e descontração. O público pode se preparar para curtir e dançar ao som do melhor do samba carioca.

Olympico Club
Fundado em quatro de fevereiro de 1940, o Olympico Club foi o segundo clube esportivo e social a se instalar em Belo Horizonte, originado de um sonho em comum dos chamados “onze meninos”, como são conhecidos seus fundadores. Situado numa área nobre da capital mineira, e sua sede é ampla e moderna, promovendo conforto, esporte e entretenimento para seus associados. É considerado um dos clubes mais importantes e tradicionais da cidade.
Localizado no bairro da Serra, zona sul de Belo Horizonte, seu complexo de esportes e lazer é formado por nove quadras, dois ginásios cobertos, e um parque aquático com quatro piscinas, sendo uma semi-olímpica, aquecida. Além disso, conta, ainda, com um salão social para grandes eventos, salão de jogos e sinuca, sala de TV, biblioteca, playground, área com churrasqueiras, lanchonetes, enfermaria, saunas seca e a vapor, salão de beleza e uma moderna estrutura de academia de ginástica. Ginásio coberto, ocupando uma área de 1000 metros quadrados.
O Olympico Club rejuvenesce a cada dia, preservando o lazer, amizades, família e o desenvolvimento esportivo de crianças e jovens. Daqueles meninos, vieram outros e em seguida os filhos, os netos, bisnetos, chegando hoje a 8 mil frequentadores.

2ª Chopada do Olympico Club
Shows da Velha Guarda da Mangueira e Banda Estudantina

Olympico Club: Rua Professor Estevão Pinto, 735 – Bairro Serra
Data: 29/09/2012
Abertura do evento: 16h
Open Bar: Chopp Albanos, vodka, suco, refrigerante, água e comida de buteco.
Ingressos limitados: Sócio R$ 50,00 – Não Sócio R$ 65,00 – vendas a partir de 9 de setembro na Secretaria do Clube
Informações: 31 3073 9112 - www.olympico.com.br
O evento será realizado nas quadras internas do clube, que receberão cobertura e estrutura para oferecer segurança e conforto.
Classificação: 18 anos - menores de 18 apenas acompanhados pelos pais.

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação: (31) 3274 8907
Heberton Lopes – heberton@christinalima.com.br – (31) 9775 8907
Christina Lima – christina@christinalima.com.br – (31) 9981 4897

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

SAXOFONISTA MINEIRA FAZ SHOW EM BETIM


Maria Bragança apresenta concerto “Chorando o Jazz” no
Museu Paulo Araújo Gontijo, dia 15 de setembro

No dia 15 de setembro (sábado), a partir das 11h, o Museu Paulo Araújo Gontijo (avenida Governador Valadares, 105, Centro), em Betim, sediará a próxima edição do Chorando Jazz. Com dois anos de existência e vários eventos realizados com muito sucesso, o projeto realiza concertos musicais em Minas Gerais e pelo Brasil em parceria com vários músicos, como Maria Teresa Madeira (piano), Cliff Korman (piano) e Omar Cavalheiro (contrabaixo) e a Big Band do Palácio das Artes. 

Em Betim, com entrada gratuita, o concerto será apresentado pelo quarteto composto por Maria Bragança, no saxofone, e músicos da nova geração de Minas Gerais: Igor Neves da Hora no piano; Fred Selva na percussão; e Samy Erik na guitarra. O grupo executa um programa que cria pontes entre a linguagem do clássico, popular e jazz, interpretando compositores brasileiros como, Pixinguinha, K-Ximbinho, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e composições próprias.

Com realização da Artbuying, patrocínio da Fiat, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e apoio do Forno de Minas, o projeto Chorando Jazz propõe uma leitura contemporânea do gênero musical Choro, que sempre foi permeável à influência de outros estilos, com uma fusão transparente de registros musicais acontecidos simultaneamente na Europa, na África, nos guetos dos negros norte-americanos e nos terreiros de batuque do Brasil. Há também interpretações das composições de Maria Bragança e parceiros, que resulta em uma trilha musical que busca uma estética rara e audaciosa.

A entrada é gratuita. 

Serviço
Chorando Jazz em Betim
Maria Bragança–Saxofone, Igor Neves da Hora–Piano, Samy Erick–Guitarra e Fred Selva - Percussão
Data: 15/09/12
Horário: 11h
Local: Museu Paulo Araújo Gontijo - Avenida Governador Valadares, 105 - Centro - Betim- MG
Realização: ARTBUYING
Incentivo: Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais – Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais - Governo de Minas Gerais
Patrocínio: Fiat
Apoio: Forno de Minas
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907
Heberton Lopes – heberton@christinalima.com.br – (31) 9775 8907
Christina Lima – christina@christinalima.com.br – (31) 9981 4897


Repertório

-  SEGURA ELE PIXINGUINHA
-  DONNA LEE  MILES DAVIS
-  BARRO OCO MARIA BRAGANCA
-  CIRANDA  MARIA BRAGANÇA
-  MELANCOLIAS E MELANCIAS  MARIA BRAGANÇA
-  CICLOS MARIA BRAGANCA
- FORRO BRASIL  HERMETO PASCOAL
- SAMBA E AMOR  CHICO BUARQUE DE HOLANDA
- CATITA   K-XIMBINHO
- KARATÊ  EBERTO GISMONTI

Sobre dos músicos


MARIA BRAGANÇA
Nasceu em Itabira Minas Gerais e realizou seus estudos acadêmicos no Brasil e na Alemanha. Seu estilo pessoal é uma mistura bem-sucedida de jazz brasileiro e europeu, música erudita, contemporânea e popular brasileira.
A saxofonista e compositora já protagonizou uma série de concertos internacionais, com destaque para os recitais que fez ao lado do pianista Roberto Szidon, na Academia de Música Sion, na Suíça, e na Robert Schumann Saal em Dusseldorf, Alemanha.
Desde 1995, com lançamento de seu segundo CD Barro-Oco, no mercado brasileiro, Maria Bragança vem conquistando um público seduzido pelas suas interpretações e composições no Brasil e na Europa. Ela domina como poucos seu instrumento e demonstra rara sensibilidade na transcrição de obras de Johann Sebastian Bach, Heitor Villa-Lobos, DariusMilhauld e Pixinguinha.

SAMY ERICK
Natural de Belo Horizonte MG. Iniciou seus estudos de violão na Escola de Música da UEMG, onde também concluiu o curso de Bacharelado em Violão Clássico. Atualmente tem trabalhado como violonista e guitarrista tendo tocado em importantes festivais como “Savassi Jazz Festival”,”Valadares Jazz Festival” ,”Festival Internacional de Corais”,” Festival de Inverno de Ouro Preto” entre outros em estilos variados como MPB, Música Instrumental, Jazz e Black Music.

FRED SELVA
Estudante de música, atividade à qual se dedica desde os 8. Na performance musical, atua como percussionista e vibrafonista, além de produzir arranjos e composições, principalmente no universo da música instrumental, sendo ela popular ou erudita. Cresceu em meio às artes cênicas, com as quais sempre teve muito interesse e admiração, a ponto de fazer alguns cursos de teatro e clown. Atualmente, cursa o 8º período do Bacharelado em Música com habilitação em Percussão na Escola de Música da UFMG, classe dos professores Fernando Rocha e André“Limão” Queiroz.
Dentre cursos, oficinas e workshops, já estudou percussão com os professores Fabio Oliveira (UFG), John Boudler (EUA/UNESP), Philippe Limoge e DamienPetitjean (França), Esdra“Neném” Ferreira, Naná Vasconcelos, Eduardo Gianesella (UNESP), Dedé Sampaio, Carlos Bolão, FlorentJordelet (França), entre outros.

IGOR NEVES DA HORA
Pianista, tecladista e arranjador,Igor Neves  estudado harmonia com o maestro Nestor lombida  e, atualmente, é aluno do professor CilffordKorman pela  escola de música da UFMG. Vem se apresentando em importantes circuitos da cena musical em Belo Horizonte, como o projeto “Aqui-ó jazz” e o Savassi festival.  Já atuou também ao lado do compositor e guitarrista Toninho Horta, onde dividiu palco com expoentes da música instrumental mineira como Beto Lopes, André“Limão” Queiroz, Esdras Ferreira “Neném” entre outros.