segunda-feira, 10 de maio de 2010

Convite para a coletiva de imprensa de lançamento

BH JAZZ FESTIVAL



Srs. (as) Jornalistas,

Na próxima terça-feira, dia 11 de maio, às 10 horas, será realizado na alameda principal da Praça da Liberdade o lançamento do novo festival de jazz de BH: o BH JAZZ FESTIVAL.

O lançamento será uma coletiva para a imprensa. Estarão presentes: Edgard Radesca, diretor da casa de jazz paulista Bourbon Street; Túlio Mourão, músico e curador do festival; e Lúcio Oliveira, diretor da Artbhz, realizadora do festival.

Favor confirmar presença com Christina Lima ou Luciana d’Anunciação através dos telefones - 3274 8907 ou 9981 4897.


BH JAZZ FESTIVAL


O Festival acontecerá na Praça da Liberdade, no dia 30 de maio das 16 às 22h, e terá na sua programação grandes nomes do jazz internacional:


Victor Brooks: Soulman de Los Angeles, o cantor e compositor Victor Brooks faz uma deliciosa mistura de ritmos. Dividindo seu show com músicas próprias, sucessos de gênios da soul music americana e muito “funksambalanço” nacional, Brooks contagia o público em um show surpreendente e dançante, de não deixar ninguém parado. Com uma música extremamente admirada e elogiada, e unindo sua voz poderosa e um suíngue irresistível, Victor faz um show marcado pelo ritmo da melhor soul music. Prova disso, seu primeiro album solo, “Samba Soul”. No repertório músicas como, “Where do we go”, “Never can say goodbye”, “Let’s go it on” de Marvin Gaye, “Fisrt, Last, Everything” de Barry White.


Julie Mcknight: A versatilidade de Julie como estilista vocal também foi colocada na linha de frente neste ano. Com o seu amor para todos os tipos de gêneros musicais, só podemos antecipar que o melhor ainda está para vir.


Tem sua voz descrita como alma, grande, poderosa e profunda com tons de oceano. Quando você a ouve cantar, você não esta ouvindo apenas a música, mas sente a experiência a cada nota. A versatilidade de Julie como estilista vocal também foi colocada na linha de frente neste ano. Com o seu amor para todos os tipos de gêneros musicais, só podemos antecipar que o melhor ainda está para vir.


Glen David Andrews: Glen David Andrews, 28 anos, manifesta sua herança musical melhor do que qualquer um da sua geração. Com um estilo que mescla a tradição do Jazz de New Orleans com um som mais Funk e antenado das Brass Bands atuais, esse “superstar” regional está levando seus vocais elétricos, suas letras tocantes e o som poderoso de seu trombone de New Orleans para o resto do mundo. Andrews esteve pela primeira no Brasil em 2009 para se apresentar no Bourbon Street Fest.


A curadoria do festival será de Túlio Mourão, que fará um show especial com a parceria de outro músico jazzístico conhecido: Léo Gandelman:


Túlio Mourão e Léo Gandelman: Alem da afinidade e admiração mútua unindo Túlio e o Convidado Leo Gandelman, cada um com significativa trajetória na cena musical brasileira, também a uni-los há o traço marcante da sensibilidade, a valorização da melodia, a técnica requintada e a identificação com trilhas e audiovisuais. O formato do espetáculo mostra o músico executando temas destacados de sua autoria em filmes além de temas conhecidos dos grandes mestres da música do cinema internacional.


A formação de quarteto – bateria, piano, violão/guitarra, baixo - disponibiliza riqueza de timbres e tessituras sonoras, propiciando dinâmicas que vão do delicado ao épico para remeter à variada gama de emoções e ao relevo psicológico dos filmes.


A carreira de sucesso de Leo Gandelman, que o confirma como um dos mais completos e versáteis instrumentistas brasileiros contemporâneos, inclue 10 CDs solos, prêmios, presença em festivais internaiconais, trilhas para cicnema e TV e ainda apresentação de programa de rádio.


O evento contará ainda com a parceria com o Bourbon Festival Paraty, evento realizado na histórica cidade litorânea fluminense.

Contamos com sua presença.

Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação - Christina Lima e Luciana d’Anunciação - (31) 3274 8907

A arte brasileira de Daniel Tavares em Belo Horizonte

Artista apresenta: “Cores, Histórias e Gente”

No dia 20 de maio, a partir das 19h30, o pintor mineiro Daniel Tavares inaugura exposição na Vitor Braga Rugendas Galeria de Arte (Av. Senhora do Carmo, 1.650 – Sion – Fone. 3286 4282). A exposição fica em cartaz durante o período 21 a 28 de maio, das 11 às 19 horas.

Radicado em Nova Iorque, Daniel Tavares, é hoje reconhecido internacionalmente como um dos talentos mais promissores da nova geração brasileira. Sua carreira artística aconteceu inversamente da maioria dos artistas brasileiros. Primeiro ele alcançou renome e prestigio no mercado internacional, e somente agora faz exposição no Brasil.

Seu quadro “A obra de Beslan: Retrato, memorial para as mães” medindo 170 x 190 e reproduzido no livro do artista pg 42, está hoje no Museu Albisola Marina – Itália – na sala dos latinos ao lado de Wilfred Lam, Lucio Fontana e Roberto da Matta.

Daniel Tavares morou em Portugal e Itália, e, já participou de diversas exposições nestes dois países. Em 2007 participou da Oitava Biennale D’Arte contemporânea Torre Strozzi (Parlesca/Itália) e da Genovarte – Seconda Biennale D’Arte Contemporanea (Genova/Itália).

“Nascido em João Pinheiro/MG, Tavares é exemplo de como a arte brasileira está cada vez mais diversificada. Ele poderia ser mais um pintor de temas abstracionistas, fase em que passou alguns anos, com sucesso, mas sua dedicação ao desenho e domínio da cor, o levaram a um tipo de pintura que chega ao cubismo, embora dele se afaste à medida que avança pelos meandros da junção desenho-pintura. Ele decompõe a figura, deixando em cada obra uma marca muito pessoal.

Como artista inserido na sua contemporaneidade, Tavares, em suas telas, traz para o espectador questionamentos que são, seus próprios questionamentos. Trata-se de pintura que discute principalmente o homem na sociedade onde vive. Ele não quer mudar nada, mas, sim denunciar.”

Geraldo Edson de Andrade (Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA e da Associação Internacional de Críticos de Artes – AICA)

Além de admiradas, as obras de Tavares exigem ser, com calma, adequadamente contempladas, indagadas, consultadas. Repetidamente. Visto que comportam uma leitura interativa, onde está a intuição para contemplar a imagem, a emoção para experimentar o envolvimento, a razão para descobrir o significado. A cada vez revelarão um facetamento, um ícone, uma tonalidade expressiva que se escondia na extrema articulação dos elementos formais e tonais presentes na tela

Lorenzo Chiarlone (crítico de arte e jornalista/Itália)


“... a composição da cor se torna, desta forma, testemunha de uma mensagem, mas também uma tradução de emocionalidade capaz de sugerir conteúdos densos de valor”. Nadia Ponte (Pintora e Crítica de Arte/Itália)

A cidade é o Hip Hop e o Hip Hop é a cidade

Debates, workshops e apresentações artísticas dão o tom do I Cidade Hip Hop

Promover discussões sobre o papel sociocultural do Hip Hop, refletir sobre suas técnicas e nas várias formas com que ele se relaciona com o espaço urbano, esses são alguns dos motes da primeira edição do Cidade Hip Hop. A programação integra o Conexão Vivo, e acontecerá entre os dias 11 e 15 de Maio, tendo como palcos o Centro Cultural UFMG e o Lapa Multshow.

Com atrações que compõe a cena da capital mineira e importantes nomes vindos de diferentes partes do Brasil e da América Latina, o evento mostrará um pouco dos saberes que estão sendo produzidos sobre o Hip Hop. A programação conta com exposições, workshops, debates de temas relacionados à área, lançamento de livro e apresentações artísticas. Além disso, sua temática envolve a discussão sobre a cidade dentro de um ponto de vista simbiótico: a cidade é o Hip Hop e o Hip Hop é a cidade.

Segundo o coordenador do evento, Romulo Silva, há em Belo Horizonte um significativo e crescente número de projetos ligados ao movimento Hip Hop. Por isso, ressalta a importância não só de promover a troca de experiências, mas também para abrir um espaço de diálogo com a comunidade. “É preciso que as pessoas entendam que Graffiti não é pichação e que Hip Hop não é só Rap“, aponta.


Hip Hop

A cultura do Hip Hop teve início no final da década de 1960, nos Estados Unidos, abordando temas relacionados a conflitos sociais e violência urbana. Naquela época, via-se em todos os lugares pessoas com roupas coloridas, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um enorme rádio gravador, mostrando os primeiros passos do que se tornaria mais tarde uma cultura bem mais complexa.

O termo Hip Hop, dizem, que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos e na maneira de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip).

Hoje, o Hip Hop é um movimento que reinvidica espaço e voz, e que se traduz em letras questionadoras, ritmo intenso e imagens graffitadas pelos muros das cidades. Sua estrutura é formada por quatro elementos (atividades) baseados na criatividade: o canto e a consciência, por meio do rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura, a instrumentação do DJ, a dança do break e a pintura do graffit, que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos nas ruas das cidades.


É comum ouvir que, ao contrário de outros estilos, o Hip Hop não pode ser consumido, tem que ser vivido. Ele seria um estilo de vida, uma ideologia a ser seguida. Imersa no ambiente urbano, essa cultura toma forma na aglomeração de pessoas e de objetos (edifícios, casas, ruas), que se organizam criando uma paisagem única de sons, cores e movimentos.

Hip Hop e a Cidade

Para além da questão geográfica, a cidade pode ser entendida como um espaço simbólico de familiaridade e identidade, ou mesmo um lugar de fala, onde percebemos e convivemos com diversidades. Talvez aqui caiba recuperar o conceito de Lefebvre, que caracteriza a cidade como "projeção da sociedade sobre um dado território". Aqui, nesta Cidade Hip Hop, esse território é colorido com grafitti e audiovisual, suinguado com música (MCs), dança (breaks) e pensado com literatura e debate.

EXPOSIÇÃO

Hip Hop na Cidade | de 11.05 a 11.06 | 14h às 21h | Centro Cultural da UFMG

A exposição pretende trazer um pouco do Hip Hop da capital mineira e contar parte de seus 20 anos de história. Serão 15 telas graffitadas por artistas convidados pelo coletivo IN. Graffiti, 56 fotos retratando a longa e rica trajetória do movimento Hip Hop em Belo Horizonte, recortes de jornais, além de um espaço com vídeos da cena Hip Hop local e ferramentas interativas como o muro virtual, onde o visitante poderá deixar sua assinatura digital e criar um stencil com sua própria foto através da captura de uma webcam.

FEIRA

Feira de Hip Hop | de 11.05 a 13.05 | Centro Cultural da UFMG

Feira com acessórios, roupas, livros, CDs e DVDs da cena Hip Hop

DEBATES

Incitar a discussão sobre questões que concernem a cultura do Hip Hop e, através dela, criar ferramentas que ofereçam aos cidadãos a possibilidade de pensar e agir. Ao todo, serão realizados três debates durante a programação do Cidade Hip Hop, sempre às 19hs, no Centro Cultural da UFMG, envolvendo os seguintes temas:

11/05 - As Juventudes e o Hip Hop: diálogos sobre participação juvenil e cultura

Levanta a discussão sobre as interfaces entre participação juvenil e Hip Hop, entendendo a importância das contribuições trazidas por este movimento para o diálogo sobre condição juvenil, socialização, cultura, participação política e gênero, dentre outros campos da vida social.

Debatedores:

Prof. Dr. Juarez Dayrell (Professor da UFMG e Coordenador do Observatório da Juventude da UFMG)

Aliado G (Integrante do grupo Face da Morte/SP e presidente da Nação Hip-Hop Brasil)

Camila Said (Educadora e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais)

Larissa Borges (Psicóloga e Rapper/ MC no Grupo de Rap Negras Ativas/MG)

12/05 - A Cidade, a cultura e o Hip Hop: Desafios e Possibilidades

Encarar a cidade nas suas possibilidades participativas e em sua perspectiva cultural, dando ênfase às vivências relacionadas ao Hip Hop. Aborda-se os sujeitos sociais histórico-culturais que inseridos na dinâmica da metrópole constroem suas identidades enfrentando os desafios da cidade, que figura-se como um espaço de construção, apropriação, interação e conflitos.

Debatedores:

Profa. Dra. Luciana Andrade (Professora da PUC-Minas e coordenadora regional da Pesquisa Instituto do Milênio Observatório das Metrópoles/MG)

Carlos Henrique Martins (Professor do CEFET-RJ/Unidade Nova Iguaçu e pesquisador do Observatório Jovem do Rio de Janeiro)

Doug Monge (MC e membro da Família de Rua/MG, coletivo que organiza o Duelo de MCs)

Preto C (MC e Membro da CUFA/BH – Central Única das Favelas de Belo Horizonte)

13/05 - Direitos Culturais: Hip Hop como um espaço de produção de arte e de expressão

Diálogar sobre o Hip Hop na perspectiva do acesso aos Direitos Culturais, compreendendo este Movimento com espaço de produção artística qualificada e de expressão politizada das realidades vivenciadas pelos seus sujeitos. Aborda-se as possibilidades formativas do Hip Hop e seus elementos, dando espaço para a discussão sobre a expressividade do Hip Hop como arte popular contemporânea.

Debatedores:

Malena D`Alessio (MC e membro do grupo Actitud Maria Marta/Argentina)

DJ Francis (DJ e membro do Grupo Cultural NUC – Negros da Unidade Consciente/MG)

Jorge Nascimento (Professor da UFES e pesquisador da área de Letras Neolatinas)

Janaina Cunha Melo (Repórter do Jornal Estado de Minas e coordenadora de projetos do Centro de Referência Hip Hop Brasil)

WORKSHOPS

Acontecendo no Centro cultural da UFMG, sempre de 15h às 17h, os workshops irão abordar:

11.05 - Roda a Rima: Estudos e práticas sobre Hip Hop

Proporcionar um espaço de divulgação dos conhecimentos acumulados através das pesquisas relacionadas ao Hip Hop e das experiências acumuladas pelos projetos que exercem atividades ligadas ao Hip Hop.

Convidados:

Alvino Rodrigues de Carvalho - Mestrado em Ciëncias Políticas pela UFMG com a pesquisa "Movimentos Culturais e Justiça Social: Um Estudo da Cultura Hip-Hop Mineira.”

Daniel Arthur Diniz Machado – Mestrado em Comunicação Social pela UFMG com a pesquisa “Reconstrução da Promessa: as narrativas do hip hop e as identidades em contextos pós-tradicionais.”

Éderson Costa dos Santos - Mestre em Educação pela UFRGS com a pesquisa “Os meninos do Hip-hop: entre os caminhos de inclusão e a produção de identidades juvenis contemporâneas.”

Ione da Silva Jovino - Mestrado em Educação pela UFSCar com a pesquisa "Escola: As Minas e os Manos Têm a Palavra."

Valmir Alcântara Alves - Mestrado em Educação pela UFPB com a pesquisa "De repente o rap na educação do negro: O Rap do Movimento Hip-Hop Nordestino como Prática Educativa da Juventude Negra."

AIC (Associação Imagem Comunitária, Belo Horizonte, Minas Gerais)

G. C. NUC (Grupo Cultural Negros da Unidade Consciente, Belo Horizonte, Minas Gerais)

MH²MC (Movimento Hip Hop do Município de Contagem, Minas Gerais)

Projeto Muros do Jardim Teresópolis (Rede Fiat de Cidadania, Betim, Minas Gerais)

Programa Fica Vivo! (Programa de Controle de Homicídios do Governo do Estado de Minas Gerais)

12.05 - Ritmo, Atitude e Poesia: como compor uma rima e a maestria de um MC

Proporcionar um espaço de aprendizados e trocas sobre a atuação artístico-profissional do MC articulada com a politização característica do Rap, abordando as possibilidades de produção qualificada e os novos campos de atuação relacionados a este elemento do Hip Hop.

Convidados: Japão Viela 17 (DF) e Russo APR (MG)

12.05 - O DJ: a pista, a rua e a batida que ganhou força mundial

Abordar a arte do DJ na perspectiva da profissionalização artística, considerando as múltiplas possibilidades de criação, produção e atuação na pista, no Studio e na rua numa demonstração da potencialidade da batida que é marca do Hip Hop.

Convidados: DJ QAP (SP) E DJ Eazy CDA (MG)

13.05 - O Break: o encontro do corpo, da mente e do movimento com a cidade

Proporcionar um espaço de trocas de experiências sobre os estilos acrobáticos e novas tendências características do Break vivenciado numa perspectiva artística, profissional e qualificada.

Convidados: B.Boy Pelezinho (DF) e Rodrigo Elemento X (MG)

13.05 - O Graffiti: a arte das ruas que hoje colore as paredes do mundo

Abordar o graffiti a partir das suas vertentes no mundo contemporâneo, focando o design gráfico e os trabalhos comerciais com uma possibilidade de expansão e difusão desta arte que nasceu nas ruas e hoje ganhou o mundo.

Convidados: Bruno BR (RJ) e Amigo (MG)

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Na programação, a música aparece em apresentações de grupos e performances de DJs e B.boys, abrindo espaço para dança, improvisações e participação direta do público.

Programação:

Pocket shows | Pátio Externo Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont, 174 – Centro – BH/MG)

11.05 | 21h: Toni C (SP) - Lançamento do Livro "Hip-Hop a Lápis: Literatura do Oprimido"

11.05 | 21h: Orquestras de DJ’s – DJ Jonhy / DJ A Coisa / DJ Beto Promover / DJ Ice-Man

11.05 | 22h: Lindomar 3L (Uberaba/MG)

12.05 | 21h: Japão Viela 17(DF) - Lançamento do CD do "Projeto: Rap com Ciência"

12.05 | 21h: Duelo de MC`s

13.05 | 21h: Batalha de Break

Shows - Lapa Multishow (Rua Álvares Maciel, 312 - Santa Efigênia – BH/MG)

14.05 | 21h

Retrato Radical (MG)

Renegado (MG)

Z’africa Brasil (SP)

CDJ Junim Bum Beep

Final – Duelo de MC`s

15.05 | 21h

Kontrast (MG)

Julgamento (MG)

Costa a Costa (CE)

Actitud Maria Marta (ARG)

CDJ Tavim

Final – Batalha de Break

CONEXÃO VIVO

Dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.

O Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, como acontece agora com o Cidade Hip Hop e outros projetos que abraçam a cultura Hip Hop como o Rede Hip Hop Do Oiapoque a Nova York e o Grupo Cultural NUC – Negros da Unidade Consciente, além de festivais independentes como o Jambolada, Arte na Praça, Primeiro Campeonato de Surf Music e 53 HC (Minas Gerais), Omelete Marginal (Espírito Santo), Se Rasgum (Pará) e Coquetel Molotov (Pernambuco).

A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no www.vivo.com.br/cultura. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal www.conexaovivo.com.br.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

BRUNO & MARRONE “DE VOLTA AOS BARES”

Única apresentação dia 28 de maio Chevrolet Hall

Considerada uma das duplas mais queridas do Brasil, Bruno & Marrone, estará no dia 28 de maio (sexta-feira) a partir das 22 horas no Chevrolet Hall (Av. Nossa Senhora do Carmo, 230) apresentando novo show “De Volta aos Bares”.

A dupla revive a primeira fase da carreira iniciada há 24 anos, época em que cantavam em bares na região de Goiás e Minas Gerais. Recriar este momento com originalidade foi uma das metas do projeto criterioso e rico em detalhes, o cenário reproduziu um bar em pleno funcionamento, sendo fiel ao clima de descontração, fruto da genialidade do cenógrafo Zé Carratú a luz teatral e um repertório montado por quem conhece do assunto completam a harmonia do novo trabalho de Bruno & Marrone.

A produção em Belo Horizonte é da Tim Soier Promoções.
A dupla optou por formação acústica, bem estilo que a consagrou em todo o Brasil. A ideia de voltar no tempo foi levada a sério, e a potente voz de Bruno deu a grandes sucessos como “Sou eu” (Chrystian & Ralf), “Duas vezes você” (Cezar & Paulinho), “Cavalgada” (Roberto Carlos), interpretações de tirar o fôlego. Bruno & Marrone também resgataram alguns sucessos dos primeiros CDs, destaques para “Favo de mel” e “Como eu te amo”, incluíram músicas inéditas, “Te amo tanto” (versão de um grande sucesso de Pepino Di Caprio), “Não tente me impedir” (Dunderarirum), primeira faixa de trabalho que em menos de 30 dias assumiu o primeira posição em execuções em rádio no geral Brasil (fonte Crowley), “Pode ir embora”, “Fiel até debaixo d’água e claro, um bolero, Desliga, praxe nos CDs da dupla.



BRUNO & MARRONE DE VOLTA AOS BARES, traduz a verdade da dupla, uma versão intimista onde Bruno não abriu mão de tocar seu violão e Marrone mostrou porque é considerado um sanfoneiro dos bons.

No dia 28 de maio, Bruno & Marrone estarão acompanhados pelos músicos: Kwen no violão, Giuliano Ferraz no baixo, Júnior Couteiro na percussão, Anderson Batista na bateria, Sidnei Brito nos teclados. Nos vocais estarão: Cristiane Anders e Ana Paula Felix.

Ingressos à venda: Bilheterias do Chevrolet Hall (De segunda à sábado, das 12 às 20 horas. Domingos e feriados, das 14 às 20 horas).
Informações: 3209-8989
Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação – (31) 3274 8907

CONEXÃO VIVO CHEGA A JUIZ DE FORA: UMA SEMANA DE CONHECIMENTO E BOA MÚSICA BRASILEIRA

Pela quarta vez na cidade da zona da mata mineira, programa promove série de shows e oficinas culturais gratuitos de 3 a 9 de maio

O Conexão Vivo 2010 realiza a partir do dia 3 de maio uma maratona de oficinas e shows em Juiz de Fora. Essa é a quarta vez que o programa cultural – uma iniciativa da Vivo voltada ao desenvolvimento do setor musical – é realizada na cidade da Zona da Mata mineira.

Juiz de Fora é a terceira cidade a receber o programa neste ano, que já passou por Belo Horizonte e Ouro Preto. A partir da segunda, dia 3 de maio, serão realizados 24 eventos gratuitos, sendo 14 shows e 10 oficinas ministradas pelos próprios artistas patrocinados pela Vivo.

As oficinas promovem atividades de capacitação artística e incluem congado, inclusão social e responsabilidade ambiental, práticas de violão, percussão, interface entre literatura e música na cena contemporânea brasileira, produção experimental de áudio com software livre, viola caipira, criação musical, canto e técnica de iluminação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo portal www.conexaovivo.com.br , ou pessoalmente, no local da oficina, até 30 minutos antes do início das atividades.

A Praça Antônio, na região central de Juiz de Fora, será o palco dos shows do Conexão Vivo 2010, de 7 a 9 de maio, sexta a domingo. No palco, novos talentos selecionados pela curadoria do projeto e pelo público através de votação popular no portal Conexão Vivo (www.conexaovivo.com.br), e encontros históricos de alguns dos maiores nomes da música brasileira, proporcionado pelos artistas patrocinados pela Vivo.

Na sexta, dia 7, se apresentam DJ Tudo e sua gente de todo lugar (SP), às 19 horas; Carlos Farias e Lavadeiras de Almenara convidam Chico Lobo (MG), às 20 horas; Maurício Tizumba (MG) convida Lincoln Cheib (MG), às 21 horas; Falcatrua (MG) convida Thunderbird (SP), às 22 horas.

No sábado, Darandinos (MG) abrem a noite dedicada a música, às 18 horas. Em seqüência, Leopoldina convida Titane (MG) às 19 horas. Em seqüência, Wilson Dias convida Pereira da Viola (MG) às 20 horas; Marku Ribas toma conta do palco, às 21 horas; e Dois do Samba (MG) convida Noca da Portela (RJ) às 22 horas.

No domingo, se apresentam Lise convida Barulhista (MG) às 18 horas; Cléber Alves (MG) convida Cliff Korman (EUA), às 19 horas; Porcas Borboletas (MG) convida Arthur de Faria e Clara Averbuck (RS) às 20 horas; Gilvan de Oliveira (MG) convida Paulo Moura (RJ) às 21 horas; e a programação cultural do Conexão Vivo 2010 em Juiz de Fora se encerra com o show de Zé da Guiomar (MG) que convida Wilson das Neves (RJ) às 22 horas.

Entre uma apresentação musical e outra, o DJ Luiz PF (Vinyl Land) vai comandar as pick-ups e manter a animação do público que estiver curtindo os shows.

No dia 8 de maio, a partir das 23 horas, será realizada a Festa do Conexão Vivo no Bar da Fábrica (Praça Antônio Carlos, s/n° - Centro - ao lado do palco do Conexão). A discotecagem também é por conta do DJ Luiz PF (Vinyl Land). Informações sobre o valor dos ingressos da Festa do Conexão Vivo através do telefone (32) 3215.0910.

História

Em sua décima edição, o Conexão Vivo iniciou em Belo Horizonte sua primeira fase de apresentações musicais e oficinas culturais pelo país. De 12 a 25 de abril, a capital mineira recebeu 110 shows, além do Encontro Internacional de Cooperação Cultural, o Seminário Música & Movimento, a Mostra Música & Mídia e a Exposição Conexão Vivo 10 anos.

Lançado em 2001, o programa surgiu com o objetivo de fortalecer a cadeia criativa e produtiva da música de Minas Gerais. Sua tecnologia de gestão compartilhada, inédita no Brasil, logo se amplificou e formou uma rede nacional que conta com artistas, público, produtores, gestores, jornalistas, diretores de festivais, casas de espetáculo e demais elos do cenário cultural. Colaborativa, a rede Conexão Vivo possibilita aos seus membros construir parcerias, trocar conhecimentos e expertises, além de participar de debates e cursos de capacitação sobre o cenário musical e o desenvolvimento de novos modelos de difusão e negócios. Mais ainda, permite ao conectados, autonomamente, remodelar os próprios destinos da rede, direcionando suas ações e recursos para atingir objetivos de interesse coletivo e que potencializem ainda mais os indivíduos dela participantes.

Desde sua primeira edição, passaram pelos palcos do Conexão Vivo 624 artistas brasileiros e convidados internacionais únicos. O projeto já produziu ou financiou mais de 250 mil CDs e DVDs individuais e coletivos. Em nove anos, foram realizadas mais de 1500 atividades entre espetáculos, oficinas, debates e seminários, presenciadas por um público de 380 mil pessoas.

Sobre a Vivo

A Vivo (Bovespa: VIVO3, VIVO4; NYSE: VIV), é a líder do mercado de telecomunicações móveis no Brasil desde sua criação, em abril de 2003, com mais de 52 milhões de clientes. A empresa tem consistentemente se destacado em todos os indicadores de desempenho e qualidade avaliados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Vivo acredita que na sociedade em rede, o indivíduo vive melhor e pode mais. Por isso, tem como missão criar condições para que o maior número de pessoas possa se conectar, a qualquer momento e em qualquer lugar, possibilitando viver de forma mais humana, segura, inteligente e divertida.

Na área de responsabilidade socioambiental, a Vivo desenvolve projetos como o pioneiro programa de reciclagem de aparelhos celulares, baterias e acessórios, que já coletou mais de dois milhões de itens. Por meio do Instituto Vivo, a empresa investe em iniciativas em rede voltadas à educação através de novas formas de aprendizagem e à causa da inclusão de pessoas com deficiência. Na área cultural, a empresa promove iniciativas artísticas coletivas e antenadas com o que há de mais inovador no campo da música, das mídias móveis, do teatro e da experimentação artística.

Assessoria de imprensa:

Informações sobre o Conexão Vivo 2010

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